Sexta-feira, 15 de Junho de 2007

Sentado na praia

Vi chegar o fim da tarde.

A noite chegou

E no cais ,

Nem um só barco ancorou.

E eu tão só,

Como a noite,

Deixei a praia meio adormecida,

Pois já era tarde...

Muito tarde!

Nem barcos , nem gaivotas

E o par que ontem

Aí amou,

Entre as dunas adormecidas,

Na praia ,hoje,não ancorou.

Já era tarde,muito tarde

E nenhuma gaivota por aí passou.

 

Já não há gaivotas ,

Nem gaivotas no  cais!

 

 

publicado por templum às 21:39
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2 comentários:
De lucia a 17 de Junho de 2007 às 23:50
Gostei do poema.
É expressar de alma aberta...o que por vezes vai dentro de nós.
Não é fácil por vezes fazê-lo, muitas vezes lê-se mais nas entrelinhas do que está inscrito em cada palavra.
Nem sempre é fácil dar forma aos sentimentos..e tranformá-los em poemas...
Muitas vezes é através da exteriorização e exaltação do nosso sentir, que nos tornamos mais humanos e sensíveis.
....Que venha o próximo...
De Anónimo a 1 de Agosto de 2007 às 18:05
ONDE ESTAMOS?



Onde está seu rosto?
Onde está você?
a tarde cinzenta
escurece minha cabeça
você não liga
e eu não digo adeus
permaneço e não estou
e você está e não permanece
e assim caminhamos
lado-a-lado
separados pelo silêncio
fugindo de nós dois
e o tempo marcando nossos passos
e toda essa mudez
toda essa partida
o nada que somos
dos dias que passamos
nada mais do que silêncio e dor

Sabes quem sou

Demóstenes

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